Mapeamento de campo que não depende de sinal — e não deixa seu trabalho para trás.
Um aplicativo de mapeamento que roda direto no seu celular, usando o GPS do próprio aparelho — em campo você trabalha 100% offline. Importe quantos mapas georreferenciados quiser, marque pontos com fotos, grave trilhas (mesmo com a tela apagada) e exporte tudo em um único arquivo KMZ, em planilha Excel ou como relatório de campo em Word. Para o trabalho técnico, o app tem ainda fichas de inventário florestal, recursos hídricos e erosão, preenchidas direto no celular. Quando o sinal voltar, seus dados vetoriais sobem automaticamente para a nuvem — trocou de celular, perdeu o aparelho, seu levantamento continua lá.
📴
Offline em campo
Sem depender de sinal
☁️
Backup em nuvem
Seus dados nunca se perdem
📲
Só o celular
Sem equipamento extra
♾️
Sem limite de mapas
Importe quantos quiser
Sem depender de sinal, do início ao fim do levantamento.
Traga os dados que você já usa, sem limite de quantos mapas importar.
Registre um ponto de campo e anexe fotos na hora, tudo no mesmo lugar.
O trajeto fica registrado sozinho enquanto você caminha, mesmo em travessias longas com o celular no bolso, sem risco de perder o que já andou.
Sua localização na tela, sem precisar de nenhum outro aparelho.
Pontos, trajetos e polígonos saem em um único arquivo, pronto pra abrir no Google Earth.
Planilha com os pontos coletados, suas coordenadas e descrições. Quando há inventário florestal, o mesmo arquivo traz as abas de parcela e de censo no formato de planilha de inventário, com uma linha por fuste.
Seus pontos, trilhas e áreas são salvos na sua conta assim que houver conexão. Trocou de celular, formatou ou perdeu o aparelho — o levantamento continua lá, é só entrar de novo.
Meça uma distância ou a área de um talhão com poucos toques, sem precisar de outro aplicativo.
Orientação rápida na tela, sem precisar de mais nenhum equipamento.
Três fichas técnicas completas — inventário florestal, recursos hídricos e erosão — com as mesmas opções da ficha de papel, preenchidas em formulário no celular. E duas formas de entregar o que você levantou: o relatório em Word e a foto com a coordenada gravada dentro dela. Tudo no mesmo app, offline, sem passar pelo computador.
Dois modos: uma árvore por ponto, ou a parcela inteira com as árvores dentro. CAP convertido em DAP, 4.659 espécies offline.
No censo, cada árvore é um ponto georreferenciado com a sua ficha. Na parcela, o ponto é a parcela — você informa a área e vai lançando as árvores uma a uma, sem sair da tela. Em árvore com mais de um fuste, a coordenada fica só no primeiro: mesma árvore, mesmo ponto.
Cada árvore leva espécie, nome científico e família — os três preenchidos juntos a partir do banco —, medida a 1,30 m do solo, altura total e comercial e estado fitossanitário; no censo entra também a marcação de espécie protegida ou imune ao corte. Você mede o CAP com a fita, como sempre fez, e o app converte em DAP, inclusive na árvore bifurcada, em que os fustes são combinados no diâmetro equivalente. O banco de espécies vem da Flora e Funga do Brasil, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e funciona sem sinal: são 4.659 nomes populares ligados ao nome científico, com a família botânica vindo junto. Se a espécie não estiver na lista, você escreve, e ela fica guardada para as próximas.
A planilha de saída segue o formato de inventário: um arquivo Excel com três abas — pontos de campo, parcelas e censo —, uma linha por fuste, pronta para o cálculo de volume.
A ficha de campo de nascentes e cursos d'água, preenchida no celular.
Tipo de feição, regime, fluxo, velocidade, substrato, aspecto da água e odor; uso a montante e a jusante, margens, situação da APP e erosão; interferências antrópicas e impactos observados. É a mesma ficha de prancheta, com as mesmas opções, e o número do ponto já vem do próprio app. Onde a observação comporta mais de uma marcação — água turva e com espuma, por exemplo — a ficha aceita as duas, em vez de obrigar a escolher uma.
O levantamento vira um relatório pronto, em Word, sem passar pelo computador.
Os pontos saem em ordem, cada um com a sua primeira foto, as coordenadas em graus, minutos e segundos e em UTM com a zona, a data da coleta e a descrição escrita em campo. É o formato de relatório fotográfico que se usa em laudo ambiental, em A4, dois pontos por página, já com capa e numeração. Quando o levantamento tem fichas, cada tipo de ficha vira o seu próprio relatório — erosão de um lado, recursos hídricos de outro — além do relatório dos pontos comuns, e todos saem juntos, prontos para compartilhar. Em .docx, então continua editável: você acrescenta o cabeçalho do seu escritório e entrega.
Cada foto sai com a coordenada e a data gravadas dentro da imagem.
A foto tirada no app sai com a coordenada em graus, minutos e segundos e a data gravadas no canto — dentro da imagem, não num metadado que se perde ao compartilhar. Vale em qualquer lugar onde a foto apareça: no relatório, no arquivo do Google Earth, no e-mail e no WhatsApp do cliente. A foto deixa de depender de quem a enviou para valer como registro.
O processo erosivo descrito em campo, por faixas, sem digitar número.
Tipo — laminar, sulco, ravina, voçoroca, em margem de curso d'água, em estrada, em talude, em pastagem ou em área agrícola — e intensidade, de leve a muito severa. A dimensão vai por faixa de comprimento, largura e profundidade: você marca a faixa, não digita uma medida que ninguém levou trena para conferir. Mais cobertura do solo, fatores associados, situação — ativa, estabilizada, em recuperação ou em expansão — e as medidas de contenção que já existem no local. Onde cabe mais de uma marcação, a ficha aceita todas.
Quem faz levantamento, vistoria e monitoramento em campo — na consultoria, no órgão público ou na porteira da fazenda.
Traga arquivos KML, KMZ ou SHP que você já usa — sem limite de quantidade. Os arquivos ficam no seu celular, prontos para uso offline.
Marque pontos com fotos, grave trilhas mesmo com a tela apagada e meça distâncias e áreas — tudo offline, sem depender de sinal.
Gere um único KMZ com as fotos embutidas para o Google Earth, ou uma planilha Excel com as coordenadas. Com conexão, seus dados vetoriais sobem para a nuvem como backup.
O app abre sem conta: você usa o GPS, marca pontos, mede distâncias e áreas e exporta seus dados — tudo guardado só no seu aparelho. A conta é pedida apenas quando você quer as funções do plano pago.
Importar mapas, anexar fotos aos pontos, gravar trilhas, exportar planilha e o backup em nuvem fazem parte do plano anual — e você experimenta tudo por 15 dias sem informar cartão. Terminou o teste, o app volta ao plano gratuito.
Só os dados vetoriais (pontos, trilhas e áreas) vão para a nuvem como backup. As fotos e os arquivos de mapa que você importa ficam exclusivamente no seu aparelho.
Detalhes completos na Política de Privacidade.
Baixe pela Google Play e leve o mapa pro campo no próximo levantamento.
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